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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Por que legalizar os prostíbulos?


COMENTÁRIOS SOBRE O PROJETO ACERCA DA

LEGALIZAÇÃO DAS CASAS DE PROSTITUÇÃO – 15/01/2013

    Equivocam-se os que não reconhecem a existência de um proletariado subjacente, em que pese as relações de poder presentes nas estruturas dominantes do Estado brasileiro, que é laico quando convém ser, mas que é moralista conforme a tradição èvènementielle prescreve e determina.

    Ora, o Brasil é uma República corrompida e prostituída! os "filhos" da nação brasileira, o proletariado tupiniquim, são herdeiros de relações pervertidas, onde as prostitutas desempenharam um papel [triste papel] de ter de criar os [híbridos] filhos bastardos.

    A "puta" e "santa" tiveram que conviver sob o mesmo teto por séculos no Brasil, moldando o caráter contido no imaginário social e político em toda a ambiência da categoria “gênero” neste dito “tropico dos pecados”: uma explicação adicional para esta ambivalência comportamental.

    Negar o Direito de ver corrigidas injustiças seculares praticadas pelos "proprietários do Estado brasileiro", que não dividiram corretamente o poder "republicano" com as vítimas do nosso "leviatã", é o mesmo que permitir permanências históricas, como a escravidão, analogamente circunscrita ao expediente em tela: a exploração (sexual) dos filhos sem pai (nem mãe). Só Getúlio tentou cumprir essa função (de pater família / pai / chefe de família), dando ao nosso proletariado uma legislação [trabalhista], em 1943, através da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Segundo alguns, compilado textualmente a partir da Carta Del Lavoro do fascismo italiano.

    Acusado de fascista, Getúlio convocou os trabalhadores a se aproximaram de um governo centralizador e por isso eram cognominados “pelegos”. Seus críticos sentenciaram sua presença e postura personalista no Estado brasileiro enquanto “pai dos pobres e mãe dos ricos”. Uma pergunta que não quer calar: Seriam os pelegos os prostitutos(as) de hoje? Com a palavra a classe política!

    Diria que todos continuamos órfãos de pai e mãe. Nos resta o consolo de assistirmos alhures, em sessão solene do Congresso Nacional, a aprovação de um projeto que determine o fim da hipocrisia no Brasil. Parabéns ao deputado federal Jean Wylliys.

Abisaí Leite  - Professor de História

Especializado em História do Brasil (UCAM)