Mostra "Africanidade"

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

O Estigma Collor - um caso para o Facebook


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Roberto De Oliveira Vicente Até parece que este teatro todo é ético .
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Babi Negrone teatro mesmo
há 18 horas · Curtir · 1
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Paulinho Pace "MINHA GENTE"... kkkkkkkkkk rir pra não chorar...
há 15 horas · Curtir · 1
·        
Andrea Valverde pqp,kkkkkkkkkkk
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                                                       O Estigma Collor
       Tá tranquilo...o FH disse há exatos 14 anos que, "no Brasil a ÉTICA precisa ser 'elástica' ". Para os que se esqueceram, venho por meio deste lembrar _ e este é o ofício do qual me alimento e orgulho-me em desempenhá-lo com eticidade e respeito, seja por recomendação do companheiro Marc Bloch (Revista Analles), seja por convicções empíricas, posto que "ao historiador cabe lembrar os fatos que os outros tendem a esqueceram".
     Pois bem: o Collor caiu...o governo, no entretanto permaneceu, sob o "cajado" e comando do Vice (Itamar). Não houvera o impedimento (fato!); ante a "fortuna" e o previsível ostracismo no terreno político, socorreu-o a faculdade da renúncia. Espertinho ele, não é mesmo?! Note-se que não houve, em tempo algum, queda do governo, a despeito da insolvência do Estado brasileiro, àquela proporção e "virtu". As instituições sobreviveram a toda àquela avalanche fática.
     Lembro ainda que todo o processo se deu a partir do estreitamento administrativo _e político_ com o então governador do Rio de Janeiro, o engenheiro Leonel Brizola, sobretudo ao apresentar as suas propostas para Educação Nacional, em curso sob a batuta do Antropólogo funcionalista Darcy Ribeiro (que à época, acumulara o cargo de Secretário de Educação e Vice-governador do RJ). Pois bem: o Executivo da Pasta do Ministério da Educação, Carlos Aberto Chiarelli, resolvera então atender as sugestões apresentadas pelo governo do Rio de Janeiro, implantando o sistema de horário integral para Educação Fundamental e um modelo de assistência integral à família e comunidades do entorno dos Centro Integrados de Assistência à Criança (CAIC's), no bojo do "Projeto Minha Gente" em todo o território nacional, a partir dos estados considerados mais carentes, sobretudo do ponto vista nutricional e aspectos tangentes, como cobertura em Saúde Pública e Assistência Social (saúde coletiva e de prevenção / IDH). O Piauí fora contemplado como o piloto do programa, exatamente por tais condicionantes após tabulações coletadas e profundo estudo casuístico.

      Doravante, o Congresso Nacional, atendendo ao chamado "das ruas", encabeçado pelo presidente da UNE, o idealista e visionário Lindberg Farias, mais os "fronteiriços e ingênuos caras pintadas" _ leia-se mídia, grande imprensa e consorciados, decidiu pelo "impeachment" do Presidente da República, o senhor Fernando Collor de Mello, por corrupção e outros bichos.
     AQUI PARA NÓS: ÉTICA É O CARALHO!
     Hoje, ao que nos parece, retornara às câmaras técnicas mais respeitáveis, na malha do leviatã tupiniquim, desempenhando as mais difíceis tarefas públicas...o cara amadureceu e estabilizou seus compromissos estéticos. Conquistou, com suas tem(rrí)íveis articulações, o Senado e, ironicamente, divide espaços e ambiência do mais alto escalão do Legislativo nacional, com nada menos do que um dos seus mais duros opositores (e conspiradores -sic), o atual candidato ao governo do estado do RJ e ex-prefeito da cidade de Nova Iguaçu, o Senador Lindberg Farias. A ética é ou não é "elástica", rapaziada?
    Bom domingo moçada...
P.S.: Quem seria o boi de pinha da vez (e da hora)? Porra estou atônito: acabaram de julgar (e condenar) em prazo record, cinco dias apenas, um esquizotímico a 35 anos de cadeia, sem trâmite jurisdicional e sem qualquer contraprova consignada aos autos processuais. Manda quem pode; obedece quem tem juízo, não é mesmo?!
    Mas como disse, "Tá tranquilo"! A Dilma vai se eleger...afinal, a ética precisa de nós e nós dela...o povão precisa de comer três vezes ao dia para garantir a formação das sinapses e se livrar da manipulação midiática...e assegurar o que Paulo Freire chamou de AUTONOMIA EM SUA "PEDAGOGIA DA ESPERANÇA".

Prof. Abisaí Leite (História - SEEDUC - RJ)
Colégio Castro Castro & Silva (SOMEC - Campus Grande)



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Brasil: um grande laboratório. Nós, as cobaias!



Brasil:  um grande laboratório. Nós, as cobaias!
     Senhores (as)
    Acredito que o Brasil se transformou numa espécie de laboratório, exatamente pelo hibridismo pairante na bias¹ do comportamento médio da sociedade brasileira. As elites nacionais deste rico país, vêm se apropriando de algumas variantes admitidas por determinados grupos, para pautarem temáticas polêmicas e, doravante, implantarem-nas em seus alicerces sociais e morais, em que pese algumas condutas já assimiladas porém de forma incompleta e/ou parcial em países considerados já "civilizados".
     Muitos destes "intelectuais" e moralistas brasileiros, de forma preconceituosa e irresponsável, lançam verdadeiras campanhas direcionadas a um público cada vez mais fronteiriço e, consequentemente, manipulável para reafirmarem suas premissas e convicções ... e as "experiências" que realizam não acontecem somente com relação ao comportamento homossexual/bissexual; ocorrem ainda com amostras em pesquisas eleitorais, leis em processo de tramitação em parlamentos mundo afora e mesmo mensurações de níveis de violações de gênero e volitividades humanas, que poderiam desaguar em tabulações sobre propensões observáveis, por exemplo em eventos terroristas.
     A coisa parece estar esquentando. O beijo [gay] de ontem (31/01/2014), entre os personagens Félix (Mateus Solano) e Nico (Thiago Fragoso), no último capítulo da novela Amor à Vida, da Rede Globo, foi um grande termômetro para testagens que ainda serão feitas. Nós, adeptos de uma abordagem mais, diria, funcionalista temos que permanecer atentos para que possamos evitar "desvios de conduta" na condução do processo ensino-aprendizagem, o qual  vimos nos ocupando, já que não temos maturidade emocional, espacial e política para lidar com uma atmosfera tão transversal assim, tendo em vista vivermos numa frágil democracia.
     O "povo", digo, o público não foi sequer consultado. Não me agrada a ideia de censura. Mas admitiria uma enquete direcionada por mediadores experimentados e profissionais, de maneira a evitar um choque emocional ou constrangimento. Demais, o Fagundes representou bem a postura patriarcal ainda muito presente entre nós.     
     Pessoalmente creio que o AMOR seja incondicional, em alguns momentos indescritível, noutros imprescindível.  AMOR SIM. OPORTUNISMO E MANIPULAÇÃO JAMAIS.
    Abisai I. F. Leite
    Professor de História SOMEC (Campus CG/RJ)
    Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro – SEEDUC-RJ
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    1.  Para o pesquisador e jornalista licenciado em Filosofia da USP (Universidade Federal de São Paulo),  João Lourenço de Araújo Fabiano,  estudioso de Filosofia da Mente e Transhumanismo / Membro fundador do Grupo de Filosofia Analítica da USP,  bias  constituem erros sistemáticos da cognição humana.